A qualidade nos serviços de manutenção é ainda hoje em dia muitas vezes negligenciada pela pressão dos serviços de urgência que surgem no dia a dia das empresas. Por outro lado pressões financeiras também são fatores importantes de perda da qualidade nos serviços de manutenção. Fica cada vez mais evidente para as organizações que a qualidade dos serviços de manutenção é um fator estratégico de sucesso. Fica também cada vez mais claro que, para a população, a qualidade da manutenção das empresas é fator de segurança e de confiança nos serviços destas empresas.
A Manutenção é um componente tecnológico, econômico e social presente em todas as facetas da vida humanas das nossas organizações industriais, comerciais, nas cidades ou nas nossas casas.
A Manutenção afeta diretamente quer seja no desempenho dos ativos, nos custos associados ou no bem estar e segurança das instalações, meio ambiente e pessoas. Máquinas em mal estado de funcionamento fabricam produtos ou oferecem serviços que não reunem condições de qualidade adequadas. Instalações também podem apresentar funções dispendiosas ou inseguras.
Portanto, podemos assegurar que a Manutenção tem uma função intrinsicamente ligada à qualidade de vida das pessoas e que, por decorrência, a falta de manutenção adequada pode causar transtornos à qualidade de vida.
Passamos, a título unicamente de ilustrar como a qualidade da manutenção afeta o dia a dia das pessoas, alguns acidentes noticiados na imprensa como sendo a manutenção um dos componentes dos acidentes. Propositadamente omitimos o nome das empresas, visto não ser objeto deste estudo qualquer julgamento sobre a qualidade dos serviços destas empresas e principalmente de seus profissionais.
QUAL A RESPONSABILIDADE DA MANUTENÇÃO ?
Um dos 10 Princípios da Qualidade consagrados por Deming, nos fala sobre a não aceitação de erros, e nos induz a analisar como se comporta a manutenção em termos de desenvolvimento recente. Por outro lado, paradigmas antigos também nos induzem a aceitar as falhas sem buscar os efeitos causadores.
A estrutura dos paradigmas que se apresentam são os da figura a seguir:
A este quadro adiciona-se aspectos relativos ao desenvolvimento tecnológico, onde podemos apresentar as seguintes considerações de características presentes em “Manutenção do Terceiro Mundo”:
- Alta taxa de retrabalho
- Falta de pessoal qualificado
- Convivência com problemas crônicos
- Falta de sobressalentes no estoque
- Número elevado de serviços não previstos
- Baixa Produtividade
- Histórico de manutenção inexistente ou não confiável.
- Falta de planejamento prévio
- Abuso de "gambiarras"
- Horas Extras em profusão
TOTAL FALTA DE TEMPO PARA QUALQUER COISA
Estes aspectos geram conseqüências que podem facilmente serem observadas:
- Moral do Grupo sempre em baixa
- Falta de confiança do(s) cliente(s)
- Constante falta de gente (principal problema alegado pelo gerente de manutenção do 3º mundo)
- Não cumprimento de prazos
- Disponibilidade baixa
- TMEF baixo
- Perda constante produção por problemas de equipamentos
- Manutenção predominantemente corretiva não planejada
- Elevado índice de acidentes
O QUE SE PODE FAZER
Para se quebrar este círculo vicioso que se forma nas “manutenções de terceiro mundo” é necessário provocar a quebra dos antigos paradigmas e partir definitivamente em busca da melhoria da qualidade da manutenção. Neste ponto é necessário o conhecimento exato da situação e projetar uma situação futura onde a qualidade dos serviços de manutenção irá produzir os efeitos desejados de maior produtividade, maior lucratividade, mais segurança para as pessoas e para o meio-ambiente e conseqüentemente, maior satisfação dos clientes.
Para atender a esta necessidade, a sugerimos a adoção de um programa baseado nas técnicas de auditoria, avaliação e inspeção destinado a avaliar e buscar oportunidades de melhoria nas atividades de manutenção da empresa.
Este programa é um conjunto de ações que possibilitam monitorar a qualidade dos serviços da manutenção, em busca de oportunidades de melhorias e do aumento das atividades prevencionistas. Em consonância com as determinações da Política Interna de Manutenção, ele objetiva também a padronização das informações de manutenção no âmbito da empresa, disponibilizando para isso uma metodologia específica para os gerentes das áreas de manutenção.
Com a implementação completa deste Programa pretende-se:
Disponibilizar instrumento de avaliação gerencial sobre as condições reais da manutenção nas diversas áreas da empresa
Padronizar nível de avaliação no contexto da empresa
Facilitar procedimento de melhorias de manutenção no contexto da empresa
Gerar relatórios de avaliação das condições de manutenção a nível da empresa
QUAL A RESPONSABILIDADE DA MANUTENÇÃO ?
Um dos 10 Princípios da Qualidade consagrados por Deming, nos fala sobre a não aceitação de erros, e nos induz a analisar como se comporta a manutenção em termos de desenvolvimento recente. Por outro lado, paradigmas antigos também nos induzem a aceitar as falhas sem buscar os efeitos causadores.
A estrutura dos paradigmas que se apresentam são os da figura a seguir:
A este quadro adiciona-se aspectos relativos ao desenvolvimento tecnológico, onde podemos apresentar as seguintes considerações de características presentes em “Manutenção do Terceiro Mundo”:
- Alta taxa de retrabalho
- Falta de pessoal qualificado
- Convivência com problemas crônicos
- Falta de sobressalentes no estoque
- Número elevado de serviços não previstos
- Baixa Produtividade
- Histórico de manutenção inexistente ou não confiável.
- Falta de planejamento prévio
- Abuso de "gambiarras"
- Horas Extras em profusão
TOTAL FALTA DE TEMPO PARA QUALQUER COISA
Estes aspectos geram conseqüências que podem facilmente serem observadas:
- Moral do Grupo sempre em baixa
- Falta de confiança do(s) cliente(s)
- Constante falta de gente (principal problema alegado pelo gerente de manutenção do 3º mundo)
- Não cumprimento de prazos
- Disponibilidade baixa
- TMEF baixo
- Perda constante produção por problemas de equipamentos
- Manutenção predominantemente corretiva não planejada
- Elevado índice de acidentes
O QUE SE PODE FAZER
Para se quebrar este círculo vicioso que se forma nas “manutenções de terceiro mundo” é necessário provocar a quebra dos antigos paradigmas e partir definitivamente em busca da melhoria da qualidade da manutenção. Neste ponto é necessário o conhecimento exato da situação e projetar uma situação futura onde a qualidade dos serviços de manutenção irá produzir os efeitos desejados de maior produtividade, maior lucratividade, mais segurança para as pessoas e para o meio-ambiente e conseqüentemente, maior satisfação dos clientes.
Para atender a esta necessidade, a sugerimos a adoção de um programa baseado nas técnicas de auditoria, avaliação e inspeção destinado a avaliar e buscar oportunidades de melhoria nas atividades de manutenção da empresa.
Este programa é um conjunto de ações que possibilitam monitorar a qualidade dos serviços da manutenção, em busca de oportunidades de melhorias e do aumento das atividades prevencionistas. Em consonância com as determinações da Política Interna de Manutenção, ele objetiva também a padronização das informações de manutenção no âmbito da empresa, disponibilizando para isso uma metodologia específica para os gerentes das áreas de manutenção.
Com a implementação completa deste Programa pretende-se:
Disponibilizar instrumento de avaliação gerencial sobre as condições reais da manutenção nas diversas áreas da empresa
Padronizar nível de avaliação no contexto da empresa
Facilitar procedimento de melhorias de manutenção no contexto da empresa
Gerar relatórios de avaliação das condições de manutenção a nível da empresa

Nenhum comentário:
Postar um comentário